Destino, deus insondávelQue rege as coisas terrenasManipula os personagensAltera o curso das cenasTransformando em afliçõesHoras doces e amenas.Ninguém poderá fugirDo que a sorte determinaVou relatar nestes versosO poder que tem a sinaNos Martírios de uma MãeOu as Dores de MarinaNo ano cinqüenta e oitoDo século próximo passadoNos sertões de QuixadáDeu-se este caso afamadoPor muita gente ainda éHoje em dia comentado.